INSURGÊNCIA GLOBAL proletari

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Comunicado nº 10 da Conferência Internacional

APELO À INSURGÊNCIA GLOBAL

       

As organizaçons que integramos a Conferência Internacional: Nación Andaluza, Agora Galiza-Unidade Popular e Herritar Batasuna, queremos enviar a toda a militáncia das FARC-EP Nova Marquetália as nossas mais sentidas condolências polo assassinato do comandante Jesús Santrich a maos das forças especiais da oligarquia narcoterrorista colombiana, às ordens do imperialismo ianque-sionista. Como revolucionários, só podemos manifestar-vos a nossa solidariedade total e absoluta. 

Assim mesmo, fazemos um apelo urgente a todos os povos do mundo, as suas classes trabalhadoras, obreiros e campesinhos, e mui especialmente ao conjunto do proletariado revolucionário, para construir, fortalecer e desenvolver a Insurgência Global que termine dumha vez por todas com o fascismo, o imperialismo e o capitalismo. 

1.- A luita tenaz, heroica e perseverante da Palestina marca-nos o caminho, como no seu tempo o fijo Vietnam. Nom temos palavras para descrever o horror que o sionismo genocida tem desencadeado durante mais de 75 anos contra o povo palestiniano. A única saída para Palestina é a total destruçom do estado colonial sionista, que tem usurpado de forma desvergonhenta o histórico nome de “Israel”. Os sionistas querem fazer com os palestinianos o mesmo que no século XIX os ianques figérom com os nativos norteamericanos: dominá-los, deportá-los, exterminá-los e finalmente confiná-los em reservas. Nom o conseguirám! Nom passarám! 

2.- Nesta luita a vida ou morte, o povo palestiniano nom está só, conta com o apoio e a solidariedade de todos os revolucionários do mundo. Mui especialmente, com a ajuda do Eixo da Resistência Anti-imperialista, conformado principalmente pola Palestina, Síria, Líbano, Iémen, Iraque e o Irám. A Conferência Internacional manifiesta que a guerra contra o imperialismo ianque-sionista, o seu títere saudita e os seus satélites árabes é global, e deve entender-se utilizando um quadro de reflexom geopolítico. As guerras na Palestina, Síria, Iémen, Iraque, Líbia, Afeganistám e outros países da Ásia Ocidental respondem ao plano global de dominaçom imperialista. A única saída é a vitória dos povos trabalhadores de todas estas naçons, e do Eixo da Resistência Anti-imperialista, e a derrota, retirada e desapariçom do imperialismo ianque-sionista e os seus estados mercenários. Esta é a nossa esperança e conviçom revolucionária, e a nossa luita solidária.

3.- O mundo tem-se convertido num volcam em erupçom. As luitas de classes estalam em diversos pontos do Planeta, conformando os rasgos dumha incipiente insurgência global que devemos organizar e coordenar. Na América Latina o seu epicentro acha-se atualmente na Colômbia, onde a oligarquia narcoterrorista está massacrando o povo cumha crueldade sem límites, irmá gémea da que utilizam na Palestina os seus amigos e aliados sionistas. O assassinato do comandante guerrilheiro das FARC-EP Nova Marquetália, Jesús Santrich, nom é mais que outro atentado terrorista mais na interminável listagem de crimes da oligarquia genocida colombiana. Temos na nossa mente e no nosso coraçom milhares de nomes de  revolucionários mortos em combate ou assassinados vilmente a traiçom. Queremos citar aqui cinco militantes do Exército Popular de Manuel Marulanda e Jacobo Arenas: Martín Caballero, Raúl Reyes, Iván Ríos, Jorge Briceño e Alfonso Cano. Cinco pontas dumha estrela vermelha cheia de rostos irmaos...

As caras visíveis do terrorismo burguês colombiano som os capos narcotraficantes e paramilitares Álvaro Uribe e Iván Duque. Mas nom nos enganemos, a oligarquia genocida colombiana leva um século assassinando impunemente os obreiros e campesinhos de esse país. Como na Palestina, a Conferência Internacional declara que a única saída é destruir definitivamente o Estado burguês colombiano, principal gendarme mercenário do imperialismo ianque-sionista e da OTAN na América Latina. Para atingir a vitória, como na Palestina, todas as formas de luita som necessárias e imprescindíveis.

Reafirmamos a nossa total e absoluta solidariedade militante com  a rebeliom popular colombiana, e desejamos-lhe a vitória total na sua luita contra o narcoterrorismo. 

Na nossa opiniom, esta sublevaçom do povo trabalhador colombiano deve transformar-se numha Revoluçom Bolivariana, irmá solidária da Venezuela. Para lograr este objetivo estratégico para a Pátria Grande Latino-americana, os levantamentos populares das cidades  colombianas devem converger com a luita político-militar das organizaçons armadas guerrilheiras, especialmente as FARC-EP e o ELN, no caminho dumha Insurreiçom Patriótica Geral que destrua para sempre o poder da oligarquia genocida colombiana. Sem o triunfo da Revoluçom Bolivariana Colombiana, a oligarquia narcoterrorista levará até o final o extermínio dos setores revolucionários que iniciou há mais de um século. O assassinato de Jesús Santrich anuncia o terror absoluto e o genocídio sistemático que inexorávelmente sucederá  no caso de derrota ou rendiçom das forças populares patrióticas e revolucionarias. Esses “Cem anos de soledade” devem converter-se em “Cem anos de solidariedade” para com as “veias abertas da América Latina”. Este é o objetivo irrenunciável da Conferência Internacional.

4.- A luita da Colômbia é decisiva para a construçom da Pátria Grande Latino-americana. Nom temos esquecido as recentes rebelions populares no Chile, Equador, as Honduras e o Haiti, a luita na Bolívia contra o golpe de estado da oligarquia teledirigido polos ianques, e especialmente polo capitalista pós-moderno e ególatra Elon Musk, a resistência perante a agressom e o bloqueio do imperialismo contra Cuba e a Venezuela, as luitas populares na Argentina, México, Peru, Centroamérica, a oposiçom ao governo autoritário e prosionista de Bolsonaro no Brasil, a luita do Exército do Povo Paraguaio, e tantas outras que recorrem a Nossa América. 

Voltamos a repetir aqui as palavras do Che: “Os norteamericanos tenhem chegado quase ao máximo da sua dominaçom política e económica, pouco mais poderiam avançar mais. Qualquer mudança da situaçom poderia converter-se num retrocesso da sua primacia. A sua política é manter o conquistado. A linha de açom reduz-se no momento atual, ao uso brutal da força para impedir movimentos de libertaçom de qualquer tipo que forem. Sob a palavra de ordem, ‘nom permitiremos outra Cuba’ [nem outra Venezuela, acrescentamos nós...], encobre-se a possibilidade de agressons a mansalva, como a perpetrada contra Santo Domingo, ou, anteriormente, o massacre do Panamá, e a clara advertência de que as tropas ianques estám dispostas a intervir em qualquer lugar de América onde a ordem estabelecida seja alterada, pondo em perigo os seus interesses. Esta política conta cumha impunidade quase absoluta; a OEA é umha máscara cómoda, por desprestigiada que esteja; a ONU é dumha ineficácia raiana no ridículo ou no trágico; os exércitos de todos os países de América estám listos a intervir para esmagar os seus povos. Tem-se conformado, de facto, a Internacional do crime e a traiçom. Por outra parte, as burguesias autótonas tenhem perdido toda a sua capacidade de oposiçom ao imperialismo e só formam o seu furgom de cola. Nom há mais mudanças que fazer: ou revoluçom socialista ou caricatura de revoluçom”. 

5.- A explosom das contradiçons sociais e luitas de classes também afetam África, o continente esquecido e mártir, onde a Frente Polisária tivo que retomar a guerra contra a corruta e narcotraficante monarquia do Reino de Marrocos, na defesa dos interesses do povo do Saara Ocidental e contra a colonizaçom do seu território nacional. Nom é casualidade que esta monarquia corruta, irmá gémea da espanhola, tenha estabelecido recentemente relaçons diplomáticas oficiais com o Estado colonial sionista. Nem que este por sua vez seja um fiel aliado da oligarquia genocida colombiana. Nem que o reino de Marrocos seja o principal gendarme e cam guardiam dos Estados Unidos de Norteamérica em todo o Magreb. 

Polo momento, o imperialismo ianque-sionista mantem o controlo sobre África, com a ajuda das burguesias neocoloniais autótones, mas que este volcám entre em erupçom só é questom de tempo e do resultado das luitas de classes. No entanto, milhares e milhares de novos escravos assalariados proletários fugem do inferno no que o capitalismo tem convertido África, para vir, polo seu próprio pé e arriscando as suas vidas, a ser explorados sem piedade polas burguesias da Europa imperialista, num negócio redondo para a oligarquia globalista. A imigraçom “ilegal” massiva alívia a pressom demográfica gerada artificialmente pola miséria criada polos regimes neocoloniais africanos, e ao mesmo importa mao de obra barata e semiescrava, privada de direitos e papeis, e utilizada no mantimento da taxa de ganho do capitalismo européu. Esta é a cara oscura deste enorme negócio de tráfico de escravos no Mediterráneo.

6.- Há umha guerra antifascista na Europa, onde as Repúblicas Populares do Donbass confrontam com as armas na mao a Junta de neoliberais selvagens e nazis que tomou o poder na Ucránia por meio de um golpe de estado disfarçado de “revoluçom de cores”.

Temos sido testemunhas de homenagens públicas às diferentes divisons ucranianas e bálticas das Waffen SS. O que tampoco nos surpreende, dado que recentemente homenageou-se em pleno centro da capital do Reino de Espanha a falangista Blaue Divison/ Divisom Azul, que participou de forma ativa no genocida cerco de Leninegrado, onde fôrom assassinadas dous milhons de pessoas. A Conferência Internacional expressa a sua solidariedade com o Donbass antifascista, primeira trincheira da luita contra o fascismo que ameaça toda Europa. Para finalizar esta análise da incipiente Insurgência Global que vai articulando-se em todo o mundo, nom podemos esquecer a luita guerrilheira que comunistas revolucionários levan adiante na Índia e as Filipinas, nem as constantes agressons e bloqueio que o imperialismo ianque-sionista comete contra a República Popular da Coreia, com o apoio do Estado títere neocolonial instalado no sul da península.

7.-  O imperialismo ianque-sionista tem estabelecido um cerco político-militar, económico, mediático, e diplomático contra as duas potências de capitalismo de Estado surgidas do estancamento e posterior colapso e/ou evoluçom contrarrevolucionária das transiçons ao modo de produçom comunista, iniciadas após sendas Revoluçons Socialistas no século XX, em 1917 e 1949. No caso da Federaçom Russa, este cerco vai do Ártico e o Báltico ao Mar Negro, e do Cáucasso ao estreito de Behring. A República Popular China, está rodeada por estados satélites hostis e pro-imperialistas, entre os que destacam Japom, Filipinas, Austrália, Índia e a colónia ianque autodenominada “Taiwam”. Nom esqueçamos a ditadura militar na Birmánia, que conta com o tácito apoio chinês. Umha realidade geoestratégica complexa na que a Conferência Internacional se situa sempre do lado das massas oprimidas, dos obreiros e campesinhos, sem cair nunca nas sutis trampas geopolíticas do imperialismo.

8.- A crise estrutural do denominado capitalismo agónico confirma as análises científicas de  Marx em “Das Kapital” sobre a sua incapacidade a longo prazo para resolver os problemas da Humanidade, sobre o seu caráter histórico e transitório na história dos modos de produçom e formaçons sociais e sobre a sua tendência inelutável e inevitável ao colapso e o derrumbamento a causa das suas insuperáveis contradiçons económicas na luita insaciável por acumular mais e mais capital, a pesar das contratendências postas em marcha no último século e meio, que dérom nascimento a sua fase imperialista. Esta fase do capitalismo só provoca mais miséria e fame, desemprego, salários de miséria e precariedade laboral, guerras de agressom e saqueio dos recursos e riquezas dos povos trabalhadores, e está conduzindo o Planeta a umha crise ecológica de incalculáveis consequências que pom por cima da mesa a possibilidade da desapariçom da espécie humana. A alternativa é “Revoluçom ou extinçom!”.

9.- Esta palavra de orden baseia-se numha análise profunda desta fase terminal agónica do capitalismo imperialista e as suas contradiçons insolúveis, o que o impulsa, mais umha vez, a desencadear umha nova Guerra Mundial de consequências incalculáveis, na que umha das hipóteses de trabalho é, precisamente, a extinçom da Humanidade, de toda a espécie humana. É precisamente graças ao contrapoder militar anti-imperialista da Frente Multipolar construída a volta da China, Rússia e o Irám, que a fase atómica da III Guerra Mundial, nom tenha estalado ainda. O qual nom quer dizer que nom vaia acontecer nas próximas décadas, conforme os confrontos entre o imperialismo ianque-sionista e os seus aliados contra a Frente Multipolar se agudicem. E isso é umha questom de tempo...

10.- Somos três organizaçons revolucionárias que vemos com umha olhada crítica a realidade da luita de classes no seio dos três estados da Frente Multipolar. Analisamos as peculiaridades dos seus respetivos capitalismos de estado, a situaçom das suas classes obreiras e campesinhas, do seu proletariado. Nom nos fazemos nengumha ilusom sobre as potencialidades revolucionárias da Frente Multipolar. Mas temos confiança plena nos povos trabalhadores da China, Rússia e Irám, no sentido de que, umha vez derrotado dumha vez para sempre o imperialismo ocidental, que tem conquistado, saqueado, massacrado, explorado e colonizado todo o Planeta durante 500 anos, saberám encontrar a via para destruir também o capitalismo em todas as suas formas e variantes, e construir um sistema socialista mundial, solidário, fraterno e igualitário, que iniciará a reconstruçom das ruínas que o colapso, derrubo e feroz resistência das sociedades de classes deixarám no mundo. Nós aspiramos à criaçom da Frente Anti-imperialista Mundial, e do movimiento contra o fascismo, as guerras imperialistas e por um mundo multipolar em paz. Esta será a tarefa da Conferência Internacional nos próximos anos. Tarefa titánica na que esperamos encontrar a ajuda e o apoio de todos os revolucionários sinceros do Planeta, e o das suas organizaçons. A hora da unidade revolucionária tem chegado, e este objetivo é urgente.

11.- No que respeita ao nosso quadro específico de luita, a Europa e o Mediterráneo ocidental, vemos que todos os dados confirmam as nossas análises. A profunda crise na que se vai paulatinamente fundindo o Reino de Espanha agudiza-se inexoravelemente.

O fascismo neofranquista avança a passos de gigante e a luita de classes e das naçons oprimidas, em especial Catalunha, em vez de radicalizar-se, estanca-se e languidece a causa da hegemonia ideológica das diferentes social-democracias, e da tremenda debilidade organizativa das forças revolucionárias. As duríssimas medidas de austericídio que a Uniom Imperialista Europeia vai impor ao Reino de Espanha vam endurecer mais ainda as condiçons de vida das classes obreiras das suas diferentes naçons. Se nom luitamos, vamos face umha nova escravidom medieval. 

A situaçom é límite na República burguesa francesa, onde o levantamento obreiro e popular dos coletes amarelos, dos guetos do proletariado imigrante africano e dos sindicatos tem sido momentaneamente detido polo estado de excepçom imposto sob a cobertura do coronavírus. O volcám autoritariamente apagado polo títere sionista Macron estalará no momento em que menos espera a oligarquia imperialista francesa. Nom podemos entrar aqui a analisar a situaçom do império colonial francés, presente nos cinco continentes, nem as  intervençons da República burguesa francesa na África, da qual é o gendarme supremo, e a responsável última do genocídio em Ruanda, o maior crime cometido, mas nom o único. 

O Reino de Marrocos, profundamente corruto e autoritário, confronta no sul o povo saaraui, e ao norte o povo do Rif. Sem esquecer as massas obreiras e campesinhas marroquinas, sumidas na mais negra das misérias e desesperaçom absoluta, e obrigadas a emigrar arriscando as suas vidas, convertidas em moeda de troca e instrumento de pressom geopolítica. Nestes dias estamos vendo este fenómeno de utilizaçom estratégica da imigraçom nas duas colónias espanholas no território da República do Rif, Ceuta e Melilha. Lembramos que a República do Rif foi independente entre 1921 e 1926, sob o liderato de Abd El Krim, cujas táticas guerrilheiras inspirárom os revolucionários Mao Tse Tung, Ho Chi Minh e Ernesto Che Guevara. 

Para que falar da Itália ou Portugal, em crise permanente de há décadas. Tampouco esqucemos a luita de libertaçom nacional da Córcega, colónia francesa em pleno Mediterráneo ocidental, nem as profundas aspiraçons nacionais da Sardenha, Sicília e Kabília. Deixamos aparte a análise complexa das luitas de classes na Tunísia e a Argélia. A Europa e o Mediterráneo ocidental som um polvorim de contradiçons nacionais e de classe latentes. Devemos fazé-las estalar.

O nosso grande repto é, aceitando com humildade a pequena dimensom e a debilidade militante das nossas respetivas organizaçons revolucionárias, ir avançando nas construçons de poderosos movimentos socialistas revolucionarios de libertaçom nacional na Galiza, Andaluzia e País Basco, para realizar revoluçons socialistas nos nossos quadros nacionais de luita. Estas futuras Repúblicas Socialistas encontrarám tarde ou cedo a fórmula adequada que garanta a máxima unidade e solidariedade da classe obreira mundial, e, ao mesmo tempo, assegure o máximo respeito e apoio às diferentes e plurais identidades nacionais que existem no seio do proletariado. A forma política que adotará este internacionalismo proletário entre Repúblicas Socialistas soberanas e independentes virá dado polo próprio desenvolvimento, evoluçom e resultado da luita de clasess no seio das nossas respetivas formaçons sociais.

12.- A Conferencia Internacional foi fundada no 100 aniversário da fundaçom da III Internacional, a Internacional Comunista. Voltamos a reafirmar-nos nos quatro princípios fundacionais do nosso primeiro comunicado, enriquecidos com quase três anos de experiências:

          1.- A necessidade de restaurar os fundamentos teórico-práticos da teoria revolucionária científica iniciada por Karl Marx, libertando-a das suas leituras e interpretaçons esterilizadas e inofensivas, recuperando mediante a praxe o seu caráter subversivo e radicalmente crítico com toda forma de opressom e exploraçom. 

          2.- O estudo a fundo e sistemático da imensa obra teórica e prática de Marx, Engels, Lenine e o Che, assim como o resto de achegas que, empregando o materialismo histórico e a dialética materialista, tenhem contribuído para a emancipaçom de classe, nacional e de género. A formaçom política e teórica é a peça chave para reconstruir o movimento revolucionário socialista/comunista.

          3.- Aprofundar na coordenaçom tática e estratégica das nossas organizaçons mediante a nossa revista teórica Insurgência Global Proletari e a convocatória de Conferências Internacionais periódicas.

          4.- Sentar as bases que permitam promover umha Nova Internacional Proletária, que aglutine o maior número de organizaçons, forças, partidos e movimentos revolucionários, cujo objetivo seja organizar a Revoluçom Socialista/Comunista nas suas específicas formaçons sociais, como parte indivisível da Revoluçom Mundial. 

Fazemos um apelo a todas as organizaçons, forças, partidos, movimentos e militantes revolucionários que se identifiquem total ou parcialmente com as posiçons políticas táticas e estratégicas que se expugemos neste comunicado, para que contatem com algumha das três formaçons políticas que integram atualmente a Conferência Internacional: Herritar Batasuna, Nación Andaluza ou Agora Galiza-Unidade Popular, com o objetivo de afortalar e alargar os laços de coordenaçom e apoio mútuo internacionalista, no caminho da construçom da Insurgência Global que derrotará dumha vez para sempre o fascismo, o imperialismo e o capitalismo.

 

Viva a insurgência global dos povos!

Viva a Revoluçom Socialista mundial!

Jesús Santrich, até a vitória sempre!

 

Colômbia e Palestina nos nossos coraçons, 20 de maio de 2021

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